domingo, 10 de abril de 2011
A coisa começa a ser menos estranha
Esta do Fernando Nobre candidato do PSD por Lisboa (nem fica bem ao Fernando Nobre nem ao PSD) já vai dando mais umas luzes sobre os motivos pelos quais o PSD não descola. Então não era o Marques Mendes que "ía" para Presidente da Assembleia da República, em caso de vitória social-democrata? Nós sabemos que FN ajudou a dividir a candidatura do Alegre. Mas o que é que isso tem a ver com eleições legislativas?
Coisa estranha
Porque é que o PSD não descola?
Aparentemente ninguém já pode com o Sócrates, com o governo e concomitantemente com o PS. Estava tudo farto. Só que - acreditando nas sondagens - os dois partidos aparecem separados por cerca de 6%. Até se vai colocando a hipótese de os resultados eleitorais penderem para o partido que nos governa, vai para seis anos. Como é isso possível?
Em primeiro lugar nem o PSD, nem Passos Coelho conseguem fugir ao anátema de serem apenas "mais do mesmo", com outra cor, outros boys e girls, mas sem nada de novo. Em segundo lugar o voto útil, contra o papão da direita, vai reduzir o Bloco a uma expressão semelhante à que teve na altura do seu aparecimento. Em terceiro lugar figuras como o Relvas ou o Marco António (os ajudantes de serviço do PPP) são muito fraquinhas.
Provavelmente quem se vai manter vai ser o CDS, aproveitando a aparente "ainda" debilidade do PSD.
Aparentemente ninguém já pode com o Sócrates, com o governo e concomitantemente com o PS. Estava tudo farto. Só que - acreditando nas sondagens - os dois partidos aparecem separados por cerca de 6%. Até se vai colocando a hipótese de os resultados eleitorais penderem para o partido que nos governa, vai para seis anos. Como é isso possível?
Em primeiro lugar nem o PSD, nem Passos Coelho conseguem fugir ao anátema de serem apenas "mais do mesmo", com outra cor, outros boys e girls, mas sem nada de novo. Em segundo lugar o voto útil, contra o papão da direita, vai reduzir o Bloco a uma expressão semelhante à que teve na altura do seu aparecimento. Em terceiro lugar figuras como o Relvas ou o Marco António (os ajudantes de serviço do PPP) são muito fraquinhas.
Provavelmente quem se vai manter vai ser o CDS, aproveitando a aparente "ainda" debilidade do PSD.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Ai ai
Cá para mim parece-me que o Passos Coelho está a colocar-se a jeito para ser encavado pelo Sócrates. Tadinho do nosso primeiro, tudo fez para evitar o help e foi forçado pelos facínoras da oposição; a ver vamos, no entanto será que os que votaram PS em 2009 estão assim tão inclinados em mudar? E dentro do PSD não haverá muitos pachequistas pereiristas que não podem com o eterno jota? Até 5 de junho vai ser bom e bonito.
sábado, 26 de março de 2011
Contra a literatice e afins
Com a presença, entre outros, do casal Eanes e apresentação do Pedro Mexia, aconteceu o lançamento do "Contra a literatice e afins", do mais importante bloguista português - o João Gonçalves. Foi cerca de uma hora de conversa, animada, revigorante, não concordante (o que a ter acontecido teria sido uma chatice), que valeu por muita coisa, incluindo - e sobretudo - as referências a quem é verdadeiramente importante: Jorge de Sena, Eduardo Prado Coelho, João Gaspar Simões, entre outros.
O livro é obrigatório. Parabéns igualmente à Guerra e Paz e ao Manuel S. Fonseca, sim, porque editar sem ser "cromos" como o Rodrigues dos Santos ou a sobrinha (que quer ser tia) Rebelo Pinto, é arriscado. Venham mais!
O livro é obrigatório. Parabéns igualmente à Guerra e Paz e ao Manuel S. Fonseca, sim, porque editar sem ser "cromos" como o Rodrigues dos Santos ou a sobrinha (que quer ser tia) Rebelo Pinto, é arriscado. Venham mais!
sexta-feira, 18 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Geração à rasca
Está tudo lixado. Já uma jovem com um Mestrado em Estudos para a Paz não consegue Emprego compatível. Será que já enviou o curriculum para o Conselho Português para a Paz e Cooperação?
Passada a ironia, que se aplica a alguns destes "deolindos", parece que tarda a perceber-se o óbvio: Esta geração está tramada devido à queda do muro e ao fim da guerra fria. Explicando melhor: Quando, em 1985, se começou a falar da adesão à CEE, do facto de essa adesão ir fazer colapsar toda a nossa indústria, dizia-se à boca cheia que "não há problema com isso. Os alemães, americanos e ingleses vão sustentar-nos o tempo que for preciso para evitar que caiamos, por via eleitoral, na órbita soviética". Até podia ter alguma lógica: esses países pagavam o nosso super consumo com o facto de não votarmos sem ser no centrão e de importarmos tudo o que consumíamos. É um pouco como dizer a alguém: "Desde que não sejas chato, eu sustento-te". Com isso foi possível fazer crescer o monstro da despesa pública, com quase toda a gente a depender do estado e este a depender de outros estados; com pedir dinheiro barato aos bancos que estes, por sua vez, pediam aos bancos estrangeiros.
Ora agora (aqui é que está a merda para esta geração) já não há papão, já não há receio que Portugal caia na órbita de ninguém. Mesmo que o PC ou o BE ganhem eleições vão pedir dinheiro a quem?
Mais uma vez é como "já não és um perigo, agora desenrasca-te".
Infelizmente, em 1985/86, foram poucos (políticos e povo) que imaginaram o futuro como o presente é.
Passada a ironia, que se aplica a alguns destes "deolindos", parece que tarda a perceber-se o óbvio: Esta geração está tramada devido à queda do muro e ao fim da guerra fria. Explicando melhor: Quando, em 1985, se começou a falar da adesão à CEE, do facto de essa adesão ir fazer colapsar toda a nossa indústria, dizia-se à boca cheia que "não há problema com isso. Os alemães, americanos e ingleses vão sustentar-nos o tempo que for preciso para evitar que caiamos, por via eleitoral, na órbita soviética". Até podia ter alguma lógica: esses países pagavam o nosso super consumo com o facto de não votarmos sem ser no centrão e de importarmos tudo o que consumíamos. É um pouco como dizer a alguém: "Desde que não sejas chato, eu sustento-te". Com isso foi possível fazer crescer o monstro da despesa pública, com quase toda a gente a depender do estado e este a depender de outros estados; com pedir dinheiro barato aos bancos que estes, por sua vez, pediam aos bancos estrangeiros.
Ora agora (aqui é que está a merda para esta geração) já não há papão, já não há receio que Portugal caia na órbita de ninguém. Mesmo que o PC ou o BE ganhem eleições vão pedir dinheiro a quem?
Mais uma vez é como "já não és um perigo, agora desenrasca-te".
Infelizmente, em 1985/86, foram poucos (políticos e povo) que imaginaram o futuro como o presente é.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Escória no Hino Nacional
Heróis do roubar o cofre do povo,
Nação decadente, imoral,
Insultai hoje de novo,
A eterna dor de Portugal!
Entre as furnas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Do teu passado atroz,
Que há-de guiar-te à escória!
Às farsas, às farsas!
Sobre a leva e sobre o dar,
Às farsas, às farsas!
Pela Pátria roubar
Contra os ladrões matar, matar!
(Fonte: nabocadeca.blogspot.com)
Nação decadente, imoral,
Insultai hoje de novo,
A eterna dor de Portugal!
Entre as furnas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Do teu passado atroz,
Que há-de guiar-te à escória!
Às farsas, às farsas!
Sobre a leva e sobre o dar,
Às farsas, às farsas!
Pela Pátria roubar
Contra os ladrões matar, matar!
(Fonte: nabocadeca.blogspot.com)
quinta-feira, 3 de março de 2011
Oeiras ...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Vazio ...
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