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terça-feira, 9 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Uma história interessante ...
O nome dele era Fleming e era um pobre fazendeiro escocês. Um dia, enquanto trabalhava para ganhar a vida! e o sustento para sua família, ele ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano nas proximidades. Largou suas ferramentas e correu para lá. Lá chegando, enlameado até a cintura de uma lama negra, encontrou um menino gritando e tentando se safar da morte.
O fazendeiro Fleming salvou o rapaz de uma morte lenta e terrível.
No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chega à humilde casa do escocês.
Um nobre elegantemente vestido sai e se apresenta como o pai do menino que o fazendeiro Fleming tinha salvo.
-"Eu quero recompensá-lo", disse o nobre. "Você salvou a vida do meu filho".
-"Não, eu não posso aceitar pagamento para o que eu fiz", responde o fazendeiro escocês, recusando a oferta.
Naquele momento, o filho do fazendeiro veio à porta do casebre.
- "É seu filho? " Perguntou o nobre.
-"Sim," o fazendeiro respondeu orgulhosamente.
-"Eu lhe farei uma proposta. Deixe-me levá-lo e dar-lhe uma boa educação.
Se o rapaz for como seu pai, ele crescerá e será um homem do qual você terá muito orgulho".
E foi o que ele fez.
Tempos depois, o filho do fazendeiro Fleming se formou no St. Mary's Hospital Medical School de Londres e ficou conhecido no mundo como o notável Senhor Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina.
Anos depois, o filho do nobre estava doente com pneumonia.
O que o salvou? Penicilina.
O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill.
O nome do filho dele? Senhor Winston Churchill.
O fazendeiro Fleming salvou o rapaz de uma morte lenta e terrível.
No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chega à humilde casa do escocês.
Um nobre elegantemente vestido sai e se apresenta como o pai do menino que o fazendeiro Fleming tinha salvo.
-"Eu quero recompensá-lo", disse o nobre. "Você salvou a vida do meu filho".
-"Não, eu não posso aceitar pagamento para o que eu fiz", responde o fazendeiro escocês, recusando a oferta.
Naquele momento, o filho do fazendeiro veio à porta do casebre.
- "É seu filho? " Perguntou o nobre.
-"Sim," o fazendeiro respondeu orgulhosamente.
-"Eu lhe farei uma proposta. Deixe-me levá-lo e dar-lhe uma boa educação.
Se o rapaz for como seu pai, ele crescerá e será um homem do qual você terá muito orgulho".
E foi o que ele fez.
Tempos depois, o filho do fazendeiro Fleming se formou no St. Mary's Hospital Medical School de Londres e ficou conhecido no mundo como o notável Senhor Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina.
Anos depois, o filho do nobre estava doente com pneumonia.
O que o salvou? Penicilina.
O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill.
O nome do filho dele? Senhor Winston Churchill.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Notas do Banco de Portugal
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
sábado, 20 de setembro de 2008
Já não é de agora!
«A terra [Portugal] é pequena, e a gente que nela vive também não é grande»
Almeida Garret
Almeida Garret
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
É tudo uma questão de Curriculum ... Idade ... Experiencia ...
O Primeiro-ministro José Sócrates num momento de alucinação dirigindo-se a Francisco Louçã disse:
" Você não tem idade nem curriculum ...".
Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário! Eu fui à Internet verificar o curriculum e não resisto a publicar:
Actividade política:
*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956.
Participou na luta contra aDitadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda.
Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005.
É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de liberdades, direitos e garantias.
Foi candidato presidencial em 2006.
Actividades académicas:
Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para os melhores alunos do país), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o melhor aluno de economia), onde ainda fez o mestrado (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o doutoramento em 1996.
Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para Professor Associado, ainda por unanimidade do júri. É professor no ISEG ( Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).
Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; "referee" para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.).
Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha. Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica emPequim, foi desconvidado por pressão directa do governo chinês alegando razões políticas. Terminou em Agosto um livro sobre "The Years of High Econometrics" que será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.
Obras publicadas:
Ensaios políticos Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)
Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)
A Maldição de Midas - A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)
A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)
A Globalização Armada - As Aventuras de George W. Bush na Babilónia, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)
Ensaio Geral - Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando Rosas (Edições D. Quixote, 2004)
Livros de Economia Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997),traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)
The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)
Is Economics an Evolutionary Science?, com Mark Perlman, Universidade de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)
Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)
Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano, S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)
As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises noCapitalismo Global - Das revoluções industriais à revolução da informação, edições Afrontamento, 2004) e chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)*
Fonte Wikipédia
Sobre Sócrates, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades.
Que assinava como Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos assinou uns projectos de habitação caricatos.
Que a sua actividade política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como deputado e como governante.
Do seu curriculum sabe-se ainda (embora ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio de uma empresa de venda de combustíveis. Quanto a currículos estamos conversados!
--------------------
Quanto à idade o Jose Socrates nasceu em 6 de Setembro de 1957, numa pobre, apagada e minúscula vila de Alijó, portanto é cerca de um ano mais novo...
Isto diz tudo quanto à sua coerência e rigor analítico.....
e é por isso podemos esperar MUITO deste...!
" Você não tem idade nem curriculum ...".
Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário! Eu fui à Internet verificar o curriculum e não resisto a publicar:
Actividade política:
*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956.
Participou na luta contra aDitadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda.
Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005.
É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de liberdades, direitos e garantias.
Foi candidato presidencial em 2006.
Actividades académicas:
Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para os melhores alunos do país), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o melhor aluno de economia), onde ainda fez o mestrado (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o doutoramento em 1996.
Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para Professor Associado, ainda por unanimidade do júri. É professor no ISEG ( Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).
Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; "referee" para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.).
Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha. Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica emPequim, foi desconvidado por pressão directa do governo chinês alegando razões políticas. Terminou em Agosto um livro sobre "The Years of High Econometrics" que será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.
Obras publicadas:
Ensaios políticos Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)
Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)
A Maldição de Midas - A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)
A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)
A Globalização Armada - As Aventuras de George W. Bush na Babilónia, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)
Ensaio Geral - Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando Rosas (Edições D. Quixote, 2004)
Livros de Economia Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997),traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)
The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)
Is Economics an Evolutionary Science?, com Mark Perlman, Universidade de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)
Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)
Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano, S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)
As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises noCapitalismo Global - Das revoluções industriais à revolução da informação, edições Afrontamento, 2004) e chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)*
Fonte Wikipédia
Sobre Sócrates, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades.
Que assinava como Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos assinou uns projectos de habitação caricatos.
Que a sua actividade política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como deputado e como governante.
Do seu curriculum sabe-se ainda (embora ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio de uma empresa de venda de combustíveis. Quanto a currículos estamos conversados!
--------------------
Quanto à idade o Jose Socrates nasceu em 6 de Setembro de 1957, numa pobre, apagada e minúscula vila de Alijó, portanto é cerca de um ano mais novo...
Isto diz tudo quanto à sua coerência e rigor analítico.....
e é por isso podemos esperar MUITO deste...!
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
LADRÕES
Navegava Alexandre Magno numa poderosa armada pelo Mar Vermelho, com o intuito de conquistar a Índia.
Numa das aldeias conquistadas, trouxeram à sua presença um pirata, que por ali andava a roubar os pescadores.
Alexandre repreendeu-o com severidade por andar em tão mau ofício;
porém, o pirata, que não era medroso, nem lerdo, respondeu assim:
Basta, Senhor! Só porque eu roubo numa barca, sou ladrão, e vós, porque roubais com uma armada, sois imperador?
Assim é. O roubar pouco é culpa, roubar muito é grandeza.
O roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres.
O ladrão que furta para comer, não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu falo, são outros ladrões de maior calibre e da mais alta esfera; […].
Não só são ladrões, os que cortam bolsas, ou espreitam os que vão se banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem lhes é dado o governo dos estados, ou a administração das cidades, ou ainda a representação do povo, os quais com astúcia e malícia, já com o poder, roubam e despojam os povos.
Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam países e cidades; os outros furtam debaixo do seu risco, estes sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam.
Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu uma grande tropa de políticos e ministros da justiça levar uns ladrões para a forca, e começou a bradar:
Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos! Afortunada Grécia que tinha tal pregador! E mais afortunadas as outras nações, se nelas não sofre a justiça as mesmas afrontas.
Quantas vezes, se viu em Roma, enforcarem um ladrão por ter roubado um carneiro; e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado um país.
Padre António Vieira
Essa história do roubar pouco é culpa, roubar muito é grandeza, está a fazer escola em PORTUGAL, sobretudo nestes últimos tempos.
SALVE-SE QUEM PUDER!
Numa das aldeias conquistadas, trouxeram à sua presença um pirata, que por ali andava a roubar os pescadores.
Alexandre repreendeu-o com severidade por andar em tão mau ofício;
porém, o pirata, que não era medroso, nem lerdo, respondeu assim:
Basta, Senhor! Só porque eu roubo numa barca, sou ladrão, e vós, porque roubais com uma armada, sois imperador?
Assim é. O roubar pouco é culpa, roubar muito é grandeza.
O roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres.
O ladrão que furta para comer, não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu falo, são outros ladrões de maior calibre e da mais alta esfera; […].
Não só são ladrões, os que cortam bolsas, ou espreitam os que vão se banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem lhes é dado o governo dos estados, ou a administração das cidades, ou ainda a representação do povo, os quais com astúcia e malícia, já com o poder, roubam e despojam os povos.
Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam países e cidades; os outros furtam debaixo do seu risco, estes sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam.
Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu uma grande tropa de políticos e ministros da justiça levar uns ladrões para a forca, e começou a bradar:
Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos! Afortunada Grécia que tinha tal pregador! E mais afortunadas as outras nações, se nelas não sofre a justiça as mesmas afrontas.
Quantas vezes, se viu em Roma, enforcarem um ladrão por ter roubado um carneiro; e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado um país.
Padre António Vieira
Essa história do roubar pouco é culpa, roubar muito é grandeza, está a fazer escola em PORTUGAL, sobretudo nestes últimos tempos.
SALVE-SE QUEM PUDER!
terça-feira, 15 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
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